Uma resposta contundente das forças de segurança de Sergipe tirou de circulação um homem acusado de praticar crimes em série contra o patrimônio de cidadãos no estado. Uma operação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Militar resultou no cumprimento de um mandado de prisão preventiva contra um indivíduo investigado pelo crime de estelionato. A captura do suspeito ocorreu na manhã desta quinta-feira (2).
O Modus Operandi do Estelionatário
Segundo os relatórios detalhados pelas equipes de investigação, o homem agia de forma calculada para conquistar a confiança de seus alvos. Ele se apresentava no mercado formal como um suposto consultor e vendedor especializado em sistemas de energia solar, painéis fotovoltaicos e circuitos fechados de câmeras de segurança.
Aproveitando-se da alta procura por fontes de energia limpa e por soluções de monitoramento residencial e comercial, ele fechava contratos, emitia falsas garantias e recolhia vultosos valores financeiros como pagamento adiantado ou entrada das negociações. No entanto, após embolsar o dinheiro, o estelionatário desaparecia, cortava os canais de comunicação com as vítimas, não enviava o maquinário e jamais iniciava os serviços técnicos prometidos.
Várias Vítimas e Ordem de Prisão Preventiva
As apurações conduzidas pela Polícia Civil apontam que o golpe fez múltiplas vítimas em solo sergipano, gerando severos prejuízos econômicos. A polícia frisou que o investigado transformou a falsa prestação de serviços tecnológicos em um meio de vida para angariar vantagens ilícitas cotidianamente.
Diante do robusto conjunto de provas materiais e depoimentos colhidos no inquérito, a autoridade policial representou pela prisão do suspeito junto ao Poder Judiciário. Com o mandado de prisão preventiva expedido e em mãos, as polícias Civil e Militar deflagraram o cerco tático que localizou o infrator.
O capturado foi algemado e transferido para a carceragem da unidade policial, onde os trâmites burocráticos de praxe foram formalizados. O homem agora passa a ficar isolado e à disposição da Justiça, que dará prosseguimento à instrução do processo criminal.
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