Jornalista e tradutora Clara Angélica Porto Caskey morre em Sergipe

Profissional atuou no rádio, jornal e TV, deixando um importante legado na difusão das expressões culturais sergipanas

Foto: Arquivo Pessoal

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A comunicação e a cultura de Sergipe estão em luto. Morreu no último domingo, 10 de maio, a jornalista, tradutora e intérprete Clara Angélica Porto Caskey. A confirmação do falecimento gerou uma onda de homenagens por parte de órgãos oficiais e da comunidade artística de Aracaju.

Clara Angélica era reconhecida por sua trajetória plural, atuando como ponte entre diferentes idiomas e culturas, além de ter ocupado espaços de destaque nos principais veículos de comunicação do estado.

Contribuição e Legado

Instituições como a Fundação de Cultura e Arte Aperipê (Funcap) e o Conselho Estadual de Cultura emitiram notas oficiais destacando a importância da profissional:

  • Multimídia: Clara teve passagens marcantes pelo rádio, jornal impresso e televisão.
  • Intercâmbio Cultural: Sua atuação como tradutora e intérprete foi fundamental para o diálogo entre a cultura sergipana e o cenário internacional.
  • Cena Local: Era uma figura ativa na preservação e difusão das expressões artísticas de Sergipe, sendo descrita pelo Conselho de Cultura como uma profissional de “atuação significativa e dedicação ímpar”.

Despedida

Em notas de pesar, as entidades manifestaram solidariedade aos familiares, amigos e à comunidade cultural. O legado de Clara Angélica permanece vivo através de suas contribuições para a comunicação e o fortalecimento da identidade cultural sergipana.

Até o momento, informações sobre o velório e o sepultamento não foram divulgadas oficialmente pela família.

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