Vila da Páscoa 2026 se consolida como um dos principais atrativos para sergipanos e turistas neste mês de abril

Terceira edição do evento promovido pelo Governo de Sergipe fortalece o comércio local e oferece espaços acessíveis para todas as famílias na Orla da Atalaia.

Foto: Erick O_Hara

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A Vila da Páscoa 2026 alcança sua maturidade neste mês de abril, firmando-se como um dos principais atrativos turísticos de Sergipe. O evento, que acontece na região dos lagos da Orla da Atalaia, em Aracaju, vai além da celebração religiosa, consolidando-se como uma vitrine estratégica para o artesanato, a gastronomia e o setor de serviços do estado.

Para os empreendedores locais, a Vila representa a garantia de sustento e crescimento. É o caso da artesã Kelly Alves, de 49 anos, que vê no evento uma oportunidade anual de expandir seu alcance. “Isso aqui é uma vitrine. As pessoas compram, indicam e continuam procurando o nosso trabalho o ano todo”, relata. O sentimento é compartilhado por vendedores de diversos setores, que utilizam a renda extra para reinvestir em seus negócios e cobrir despesas familiares.

Impacto nos Setores de Alimentação e Hotelaria

O fluxo de turistas atraídos pela Vila beneficia diretamente a cadeia produtiva de bares e restaurantes. Segundo Bruno Dórea, presidente da Abrasel/SE, datas temáticas bem trabalhadas como esta ajudam a manter o movimento elevado no setor de alimentação fora do lar. “A expectativa é de aumento no fluxo de clientes, especialmente nas regiões próximas ao evento”, salienta.

Um Espaço para Todos: Inclusão em Foco

Um dos grandes diferenciais da edição de 2026 é o compromisso com a acessibilidade. A Vila dispõe de brinquedos acessíveis e uma sala multissensorial, pensada para acolher crianças com necessidades específicas, permitindo uma interação segura e confortável.

Para o casal Edilene e William Carvalho, que visitou o espaço com o filho Eliabe, de 6 anos, a iniciativa é transformadora. “É um espaço acolhedor, pensado para incluir e encantar. Trazer as crianças para um ambiente como esse é fundamental para o desenvolvimento e a socialização”, afirma Edilene.

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