A deputada estadual Kitty Lima (Cidadania), acompanhada pela presidente da Comissão de Direito Animal da OAB-SE, Fabiane Oliva, reuniu-se com o promotor de Justiça Eduardo Matos, do Ministério Público de Sergipe (MPSE). O foco da reunião foi o andamento jurídico do Caso do cão Zico, o animal comunitário que morreu após um ataque cruel a facadas na Barra dos Coqueiros.
O crime gerou forte comoção social e levou a manifestações por justiça em todo o estado. Durante o encontro, a parlamentar cobrou rigor na apuração e a responsabilização efetiva do autor. “O caso de Zico não pode ser tratado como apenas mais um. É um crime grave que exige resposta firme das instituições”, destacou Kitty Lima, referindo-se ao episódio em que a cadela/cão foi esfaqueado em uma praça pública e que resultou na prisão do acusado pela Polícia Civil.
Combate aos maus-tratos em Sergipe
Além de buscar justiça pelo Zico, a reunião discutiu estratégias para que o Ministério Público e as forças de segurança atuem de forma mais integrada. O promotor Eduardo Matos reforçou o compromisso do MPSE em garantir que a legislação de proteção animal seja cumprida com rigor em Sergipe.
A união entre o poder público e as entidades de classe, como a OAB, é vista como essencial para que casos de violência extrema contra animais comunitários não fiquem impunes e recebam a devida punição prevista em lei.
Cronologia do Caso Zico na Barra dos Coqueiros
Para entender o desdobramento deste crime que mobilizou Sergipe, acompanhe os fatos registrados pelo nosso portal:
- O Crime: O ataque brutal ocorreu em uma praça pública na Barra dos Coqueiros, onde o animal foi esfaqueado covardemente.
- A Perda: Infelizmente, após lutar pela vida, o cão Zico não resistiu aos ferimentos e morreu, gerando revolta e protestos de protetores.
- A Resposta Policial: Em uma ação rápida, a Polícia Civil identificou o autor. O delegado confirmou a prisão do acusado, que agora responde pelo crime de maus-tratos qualificado.
- A Cobrança por Justiça: Nesta semana, a deputada Kitty Lima e a OAB-SE levaram o caso ao Ministério Público para garantir que o rigor da lei seja aplicado e o agressor não seja solto.
