Operação interestadual prende três em Sergipe e bloqueia R$ 270 milhões

Polícia Civil cumpre mandados em Aracaju e outros estados, resultando em prisões, apreensões e bloqueio milionário de bens.

Polícia Civil de Sergipe — Foto: SSP/SE/Arquivo

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A Polícia Civil de Sergipe participou, na manhã desta terça-feira (10), da Operação Martelo, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia (PC/BA) para desarticular uma organização criminosa interestadual, envolvida em tráfico de drogas, homicídios e lavagem de dinheiro.

Em Aracaju, o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope) cumpriu três mandados de prisão:

  • Dois contra um casal em condomínio no bairro Atalaia.
  • Um contra um investigado já custodiado no Complexo Penitenciário Advogado Antônio Jacinto Filho (Compajaf), no bairro Santa Maria.

Foram cumpridos também dois mandados de busca e apreensão: um no apartamento do casal e outro na cela do detento. O material apreendido será analisado e integrado à investigação principal.

Operação interestadual

A Operação Martelo ocorreu simultaneamente em municípios do Recôncavo Baiano e nos estados de Sergipe, Alagoas, Paraíba e Paraná. A investigação durou aproximadamente um ano e identificou uma organização criminosa estruturada, com lideranças definidas, divisão de funções e atuação em crimes violentos e movimentação de recursos ilícitos.

No total, sete pessoas foram presas: quatro na Bahia, duas em Sergipe e uma em Alagoas, sendo a companheira de um líder atualmente em presídio de segurança máxima. Durante as diligências, foram apreendidos celulares, drogas, veículos, documentos e dinheiro falso, além de outros materiais de interesse investigativo.

Bloqueio de bens

Como parte das medidas judiciais, a Justiça determinou o bloqueio de cerca de R$ 270 milhões em ativos financeiros vinculados aos investigados. Relatórios policiais apontaram movimentações incompatíveis com a renda declarada, além de antecedentes criminais da maioria dos envolvidos.

Segundo a Polícia Civil, a atuação integrada entre os estados visa desestruturar economicamente organizações criminosas e responsabilizar penalmente os envolvidos, interrompendo fluxos financeiros ilícitos e apreendendo bens ligados às atividades criminosas.

Com informações da SSP

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