Governo discute nova política de valorização e cachês para artistas de Sergipe

Reunião na Funcap reuniu entidades culturais e gestores para debater minuta que fortalece a identidade local e as contratações do setor.

estores e artistas debatem políticas públicas para o setor cultural em Sergipe nesta quarta (11).

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O Governo de Sergipe deu um passo importante na manhã desta quarta-feira, 11 de março, para a construção de uma política pública de valorização dos artistas locais. Em reunião realizada na sede da Funcap, em Aracaju, foi apresentada uma minuta que visa fortalecer a identidade cultural sergipana e estabelecer critérios mais claros para contratações e remunerações.

O encontro contou com a participação da Secretaria Especial da Cultura (Secult) e diversas entidades de classe, como a Asforse e o Sindmuse. O foco principal é garantir que os artistas da “prata da casa” tenham prioridade e reconhecimento nos grandes festejos e editais promovidos pelo estado.

Valorização e Diálogo Aberto

O presidente da Funcap, Gustavo Paixão, ressaltou que a gestão busca um marco histórico na cultura. Segundo ele, a escuta ativa é fundamental para superar desafios antigos do setor. “Nosso objetivo é fortalecer e dar continuidade a esse marco que estamos construindo coletivamente”, afirmou.

Já o secretário executivo da Secult, Irineu Fontes, destacou que a discussão sobre os cachês dos artistas é um ponto central dessa nova etapa, visando uma remuneração justa e condizente com a importância da produção local.

Consenso entre Estado e Município

A articulação também envolve a capital. O secretário municipal da Cultura de Aracaju, Paulo Corrêa, defendeu que a valorização dos artistas sergipanos ocorra em consenso entre os entes públicos, respeitando a responsabilidade fiscal, mas garantindo que os festejos tragam o devido reconhecimento aos talentos do estado.

Entidades como a Associação dos Forrozeiros de Sergipe (Asforse) e a Federação Nacional dos Músicos avaliaram o encontro como um avanço significativo, destacando a abertura do governo para adequar editais e chamamentos públicos às necessidades reais da classe.

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